segunda-feira, 19 de abril de 2010
MILK11 - MOVIMENTAÇÃO NO PROCESSO
19/04/2010
Ofício Juntado
Telegrama
http://esaj.tj.sp.gov.br/cpo/pg/show.do?processo.foro=100&processo.codigo=2SZX5RKFU0000&cdForo=-1&baseIndice=INDDS&modeloCNJ=true
quinta-feira, 15 de abril de 2010
MILK11
exame/negócios
A parte difícil só começou
Ao juntar sua controlada Leitbom com a Laep, dona da Parmalat, a GP Investimentos formou uma das maiores empresas do setor. Agora, precisa colocar em prática uma estratégia para ganhar dinheiro com o negócio.
Por João Werner Grando | 12.04.2010 | 10h39
No dia 15 de março, uma segunda- feira, o paulista Fernando Falco iniciou a jornada de trabalho mais intensa que havia enfrentado em cerca de quatro meses na presidência do laticínio Leitbom, controlado pela GP Investimentos, maior gestora de private equity do país. O expediente começou às 7 horas da manhã e só acabou às 10 horas da noite - um ritmo que se repetiria, sem interrupções, pelos 15 dias seguintes. Durante todo o tempo, as atenções estiveram voltadas para uma única tarefa - mapear a operação da Laep, dona da marca Parmalat, que acabava de ser incorporada num consórcio com a Leitbom, para operar compras, vendas e produção de forma conjunta. Na primeira semana, Falco viajou para conhecer as três fábricas da Laep, em São Paulo e Minas Gerais. Em paralelo, sua equipe de compras visitou cerca de 30 associações de produtores de leite e sindicatos por todo o país. Ao final dessa quinzena agitada, os primeiros pedidos de compra e venda de leite passaram a ser recebidos de forma conjunta pelas duas empresas no novo escritório, inaugurado no dia 5 de abril, na zona oeste de São Paulo. Na configuração final da diretoria do consórcio, ficaram apenas dois executivos da antiga estrutura da Laep - o diretor comercial e o de captação e suprimentos. Os outros quatro diretores vieram da empresa controlada pela GP. Aproximadamente 130 gerentes, analistas e vendedores da Laep se juntaram à equipe de funcionários da Leitbom. "Fizemos em apenas duas semanas um trabalho que normalmente levaria quatro meses", afirma Falco. "O objetivo era não deixar a Parmalat ociosa mais tempo do que já estava."
Com a nova estrutura montada e um plano de expansão definido, começa agora o que deverá ser uma das fases mais complicadas do negócio - fazer com que as duas companhias funcionem juntas (veja quadro ao lado). O modelo de consórcio afastou parte da complexidade da integração com uma empresa tão problemática quanto a Laep. O peso de uma dívida atual de 22 milhões de reais da Laep, que se arrasta há seis anos, num dos mais longos processos de recuperação judicial do país, ficou fora da negociação (junto com outras duas fábricas, que estão arrendadas). Mesmo assim, resta o nada modesto desafio de reerguer a operação de uma empresa sem caixa, com linhas de produção paradas e cujos produtos sumiram das prateleiras em diversas regiões do país. Juntas, Laep e Leitbom devem faturar cerca de 1,2 bilhão de reais em 2010 - e processar cerca de 700 milhões de litros de leite, o que coloca o consórcio em quinto lugar entre as maiores do setor no país, atrás de Nestlé, BR Foods, Itambé e Bom Gosto. "Ajustar as complementações de marca e de regiões de modo a aumentar as vendas das duas empresas será determinante", afirma Marcelo Carvalho, diretor executivo da consultoria Agri-Point, especializada em agronegócio.
Falco e sua equipe têm duas prioridades neste momento. A primeira delas é colocar as três fábricas da Laep de volta à plena produção. Desde o final do ano passado, elas operam em média com 40% de ociosidade. Em três meses, a meta é de pelo menos reduzir essa taxa pela metade. Para isso, 3 milhões de reais devem ser investidos na manutenção e na ampliação de cada uma delas. A segunda tarefa - mais difícil - será fazer as pazes com os fornecedores e restabelecer o abastecimento de leite em algumas regiões. Na área da fábrica de Votuporanga, onde se localiza a maior bacia leiteira de São Paulo, apenas metade dos 1 500 produtores de leite que já abasteceram uma fábrica da Laep mantém o fornecimento. A maioria dos contratos foi rompida por falta de pagamento. "Até agora não fomos procurados, mas se pagarem em dia podemos voltar a fornecer à empresa", diz Sebastião Nogueira, um dos produtores de Votuporanga e ex-fornecedor da companhia. Como a Laep permanece sem caixa, a Leitbom injetará o dinheiro para a compra de leite e outros insumos e para o pagamento de parte das dívidas com os produtores. "A ideia é que, conforme as fábricas voltem a operar, a Laep passe a gerar caixa para sustentar sua própria operação", afirma Falco.
NA NOVA FASE, TODAS AS fábricas do consórcio poderão produzir qualquer uma de suas marcas. Isso vale também para as cinco unidades da Leitbom, localizadas em Goiás e no Pará. "O que determinará quem produz o que será a demanda", afirma Falco. A intenção é fazer com que marcas como Poços de Caldas, pertencente à Leitbom, ganhem reforço ao entrar na linha de produção da Laep no Sudeste. No caminho inverso, as marcas Glória e Ibituruna, da Laep, devem crescer no Centro-Oeste e no Nordeste. As equipes de vendas serão mantidas separadas - mas poderão comercializar produtos dos dois fabricantes. Os vendedores da Laep, que se especializaram em vender produtos com margem maior, como a própria Parmalat, passarão a vender Poços de Caldas. Do outro lado, a equipe da Leitbom, com mais experiência na venda de produtos populares, poderia dedicar-se às vendas de Glória e Ibituruna. "A estratégia é semelhante ao que a BR Foods fez ao separar a equipe de vendas da Batavo, que possui produtos com margem maior, da equipe da Elegê, que se concentra na venda de leite longa vida, uma commodity", afirma José Carlos Hausknecht, diretor da consultoria MB Agro. Falco também planeja voltar a vender a marca Parmalat no Rio Grande do Sul. Desde agosto de 2009, com a venda da fábrica da Parmalat em Carazinho, no interior do estado, para a Nestlé, a marca desapareceu do varejo local. Para retomar a região, ele planeja produzir numa fábrica terceirizada. "Estamos correndo para pôr esse plano em execução em 30 dias", diz.
Por enquanto, o mercado não vê o consórcio com muita empolgação. As ações da Laep subiram 30% logo após o anúncio do negócio, mas depois disso acumularam queda de 15% até 9 de abril (data do fechamento desta edição). "O consórcio ainda precisa mostrar a que veio", afirma Ricardo Martins, gerente de pesquisa da corretora Planner. Caso a união vingue, com o desfecho da recuperação judicial da dona da Parmalat, Leitbom e Laep se tornarão uma só empresa - chamada Monticiano -, controlada pela GP Investimentos e com participação de 40% do empresário Marcus Elias, dono da Laep. Além de uma possível saída para a longa novela da Parmalat, o consórcio pode resolver um problema da própria Leitbom. Quando adquiriu a empresa goiana da família Vilefort, em abril de 2008, a GP pretendia agir como uma consolidadora do setor. Porém, com a queda do preço de leite, seus planos foram frustrados - desde então, a GP adquiriu apenas as marcas Poços de Caldas e o requeijão Paulista, que estavam sob controle da Laep. Sem uma marca forte no Sudeste e no Sul, a GP viu o valor de seu investimento inicial, de 260 milhões de dólares, cair 17% até o fechamento do terceiro trimestre de 2009. Dá para entender por que Falco tem tanta pressa nessa integração.
Para voltar a crescer
A estratégia da GP Investimentos para reerguer a Parmalat
CHOQUE DE GESTÃO
A Leitbom (controlada pela GP) dará o tom no consórcio formado com a Laep (dona da marca Parmalat). Na nova diretoria, permanece todo o alto escalão da Leitbom, inclusive o presidente, Fernando Falco. Da Laep, ficam apenas dois diretores - o comercial e o de captação
INVESTIMENTOS NAS FÁBRICAS
As três fábricas que estavam sob controle da Laep, localizadas em São Paulo e Minas Gerais, receberão investimentos de 3 milhões de reais cada uma para voltar a operar com capacidade plena até julho deste ano. Hoje elas operam em média com 40% da capacidade
SINERGIA NA DISTRIBUIÇÃO
Enquanto a Leitbom concentra sua distribuição em Goiás e no Nordeste, a Laep está mais presente no Sudeste. Em abril, a Leitbom começou a vender as marcas Glória e Ibituruna, da Laep, no Nordeste - em contrapartida, sua marca Poços de Caldas ganhou reforço em São Paulo e no Rio de Janeiro
quarta-feira, 14 de abril de 2010
KEPL3 - KEPLER WEBER
Excesso de soja
14.04.2010
Agricultores do Paraná estão com problemas para armazenar a soja colhida. Nem as cooperativas do Estado esperavam um volume tão grande. Os grãos estão sendo guardados a céu aberto.
Direto do campo para o asfalto e não é em cima de caminhão. A produção de soja foi tanta que parte da safra ficou sem espaço para ser estocada. O problema é que a indústria não vem acompanhando o ritmo das lavouras que a cada ano aumentam a produtividade.
“Nós precisamos continuar investindo nesta área e buscar programas governamentais que incentivem mais a armazenagem. A armazenagem não é uma indústria que se da lucratividade. A armazenagem é um ponto de apoio da indústria. Então, você não tem lucro com a armazenagem”, explicou Dilvo Grolli, presidente da cooperativa.
Não traz lucro, mas a falta pode custar caro. A conta é simples: há muita soja para pouco armazém. Por isso, em uma das maiores cooperativas do país até as ruas viraram silos. Na falta de um espaço adequado a soja corre o risco de estragar.
Só na Coopavel a defasagem chega a 30 mil toneladas de um total de 800 mil que recebeu dos agricultores. Ao primeiro sinal de chuva é preciso correr para cobrir os grãos. O prazo máximo para que a soja fique a céu aberto é de 45 dias. Já se passaram 20 dias. De acordo com o IBGE, foram colhidos no Paraná mais de 14 milhões de toneladas de soja. Houve um aumento de cerca de 50% em relação à safra de 2009.
O caminhoneiro, que viaja por toda a região, diz que a situação se repete em outras cidades. “No mínimo em oito filiais que passei têm soja armazenada ao ar livre”, contou o caminhoneiro Reinaldo Oliveira.
Os carros e caminhões precisam desviar das montanhas de soja. Até a vista do posto de gasolina que fica dentro da cooperativa mudou. “Estou acostumado a ver soja dentro do caminhão e dos armazéns, mas não em frente ao posto”, disse o frentista Maciri Taborda.
O Paraná é o segundo maior produtor nacional de soja. Só fica atrás de Mato Grosso.
http://globoruraltv.globo.com/GRural/0,27062,LTO0-4370-340415,00.html
MILK11
PARMALAT / LAEP
Para Irã, relação com Brasil deve ser modelo
Ahmadinejad diz que é ilimitado o potencial de cooperação com o País, que aprovou linhas de crédito aos iranianos, apesar de pressão dos EUA
Jamil Chade, CORRESPONDENTE / GENEBRA - O Estado de S.PauloNo momento em que as potências discutem, em Washington, a adoção de sanções contra o Irã, o presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, com uma camisa da seleção brasileira nas mãos, mandou ontem um recado às potências ocidentais. Segundo Ahmadinejad, a relação que o Brasil tem com Teerã deve servir de "modelo" à comunidade internacional.
O líder iraniano procurou mostrar que seu país não está isolado defendendo que o potencial de cooperação com o Brasil é "ilimitado" e ambos "compartilham um entendimento sobre temas internacionais". Ahmadinejad recebeu, por cerca de 15 minutos, o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Miguel Jorge, que chegou a Teerã na segunda-feira, acompanhado de mais de 80 empresários brasileiros.
O grupo viajou em um avião da Força Aérea Brasileira. E os custos do trajeto foram bancados pelo governo brasileiro - os empresários precisaram pagar apenas as despesas com hotéis. O Brasil não apoia o isolamento ou a imposição de sanções ao Irã.
Na reunião, falou-se, basicamente, de comércio e investimentos. Foram negociadas, por exemplo, linhas de crédito para superar a pressão americana sobre os bancos que financiam exportações para o Irã. Um acordo sobre o tema deve ser assinado na visita do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao país, em maio.
Miguel Jorge entregou uma carta de Lula a Ahmadinejad. Mas, de acordo com fontes diplomáticas, seu texto trata apenas de assuntos econômicos, ignorando tanto a questão nuclear quanto o tema dos direitos humanos no Irã.
"Hoje, Irã e Brasil chegaram a um entendimento claro e comum sobre temas globais e sobre suas capacidades", disse Ahmadinejad, após ser presenteado com a camisa da seleção e um livro sobre a vida de Pelé.
Há dois meses, a ativista de direitos humanos iraniana e Prêmio Nobel da Paz Shirin Ebadi fez um apelo a Lula para que visite dissidentes durante sua passagem por Teerã.
Na embaixada do Brasil, porém, diplomatas dizem que, por enquanto, não há nenhuma negociação por parte do governo para fazer essas visitas. "Isso seria algo delicado", admitiu um diplomata.
Negócios. Brasil e Irã criaram uma comissão bilateral para estudar formas de ampliar o comércio e os investimentos entre os dois países. O Brasil quer ocupar mais espaço no mercado iraniano, principalmente no setor de alimentos (o Irã importa 80% do que come). A Brasil Foods é uma das empresas que fizeram parte da delegação. As multinacionais Cargill e Parmalat também foram incluídas.
Segundo o governo, o Irã é o segundo principal destino para as carnes brasileiras no mundo, depois da Rússia. Os iranianos ainda estão interessados em comprar soja, milho e etanol do Brasil. "O Irã é uma boa porta para a entrada do Brasil no Oriente Médio e o Brasil é uma boa porta para o Irã para uma vasta área da América Latina", afirmou Ahmadinejad.
http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100414/not_imp538006,0.php
sábado, 10 de abril de 2010
MILK11 - MOVIMENTAÇÃO NO PROCESSO
AS 2 ÚLTIMAS MOVIMENTAÇÕES FORAM DIA 29/03 E 31/03
DATA: 29/03 - RESULTADO: MILK11 + 27,91%
DATA: 31/03 - RESULTADO: MILK11 + 3,45%
KEPL3 - KEPLER WEBER
Nº edição: 653 | Negócios | 09.ABR - 21:00 | Atualizado em 09.04 - 21:20
Uma empresa que renasce
Dona de 50% do mercado brasileiro de silos, a Kepler Weber quase desapareceu do mercado com dívidas de R$ 500 milhões. Agora, quer aproveitar o bom momento do agronegócio para voltar a crescer
Por Nicholas Vital
Na semana passada, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) anunciou que a safra de grãos 2009/2010 deve atingir a marca de 146,31 milhões de toneladas. Caso as previsões se confirmem, esta será a maior colheita da história do Brasil. Se, por um lado, a safra recorde mostra o potencial produtivo do País, por outro, evidencia um problema que há anos assola o campo: a falta de estrutura para a armazenagem dos grãos. E é essa brecha que a gaúcha Kepler Weber, dona de 50% do mercado brasileiro de silos, pretende ocupar.
"No Paraná existem produtores estocando seus grãos em lugares impensáveis, como ginásios poliesportivos"
Anastácio Fernandes Filho, presidente da Kepler Weber
Com um faturamento de R$ 250 milhões em 2009, 33% menos do que em 2008, a empresa quer recuperar o tempo perdido e já começa a mostrar as suas garras. Recentemente, vendeu dois dos maiores silos do Brasil, com capacidade para 18 mil toneladas cada, para a Vale do Rio do Doce. Nos últimos sete meses, suas ações na Bovespa registraram alta de quase 300%. Os executivos, por sua vez, são mais cautelosos. “Estamos conservadoramente otimistas. Hoje estamos bem, mas não sabemos como será a próxima safra”, sentencia Anastácio Fernandes Filho, presidente da Kepler Weber.
A cautela é justificada pelo histórico da empresa. Em 2004, um dos anos recorde de safra, a companhia viveu uma euforia semelhante e quase quebrou. No ano seguinte, fez uma série de investimentos para aumentar sua capacidade produtiva, mas, diante de problemas inesperados, como a seca nas lavouras, queda dos preços dos grãos e desvalorização cambial, viu suas vendas despencar.
A dívida junto a seus credores chegou aos R$ 500 milhões. A situação estava insustentável. Ante a falta de perspectivas, os acionistas, entre eles o Banco do Brasil e a Previ, com 17,5% cada, trouxeram o executivo Anastácio Fernandes Filho, especialista em reestruturação de empresas em dificuldades.
Fernandes Filho mudou radicalmente a diretoria e implementou um plano de recuperação que reduziu o número de funcionários em 12%. “Também tivemos que negociar com os principais credores. Ainda temos R$ 140 milhões em dívidas, mas elas já estão equacionadas. Temos prazo de 13 anos para quitar tudo”, conta Fernandes Filho.
Com a casa em ordem, era hora de voltar a brigar pelo mercado perdido – sua participação no mercado brasileiro de silos chegou a cair de 60%, nos tempos áureos, para 20%. Nos últimos anos, porém, a empresa recuperou a liderança e viu seu market share subir para 50%. Agora, com uma safra recorde, a expectativa é de obter o melhor desempenho dos últimos dez anos.
De acordo com especialistas, hoje existe um déficit de 15% na capacidade instalada para armazenagem no Brasil. Se levarmos em consideração os números da safra 2009/2010, seria o equivalente a 25 milhões de toneladas. “Existe um apagão logístico no Brasil. Diante da safra recorde, vai faltar lugar para estocar os grãos", afirma Francis Kinder, da consultoria Agra FNP.
“A demanda por silos será forte nos próximos anos, pois existe a pressão do campo”, continua o analista. O problema já atinge muitas regiões. “No Paraná, por exemplo, existem fazendeiros estocando a produção em locais impensáveis, como ginásios poliesportivos”, diz Fernandes Filho. A Kepler Weber quer, de fato, entrar com força nesse jogo.
http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/19151_UMA+EMPRESA+QUE+RENASCE
sexta-feira, 9 de abril de 2010
MILK11 - MOVIMENTAÇÃO NO PROCESSO
( MILK11 )
09/04/2010
Petição e Documento(s) Juntado
mandados de levantamento retirados; ofícios; petições n. 000349, 001006 e 1007 (recebida via fax)
http://esaj.tj.sp.gov.br/cpo/pg/show.do?processo.foro=100&processo.codigo=2SZX5RKFU0000&cdForo=-1&baseIndice=INDDS&modeloCNJ=true